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Campanha nacional de recadastramento do economista

Corecon/DF realiza a "Campanha nacional de recadastramento do economista" até o dia 31 de agosto de 2010. Com o recadastramento, o economista terá direito de receber a nova Carteira Profissional do Economista, em cartão de policarbonato, com tecnologia e layout diferenciado, conforme imagem abaixo:



Para aderir à Campanha, o economista deverá comparecer à sede do Corecon/DF e trazer o formulário de Solicitação de Carteira Profissional e uma foto recente 3x4 cm, colorida, com fundo branco. A impressão digital e a assinatura no formulário serão colhidas na sede do Conselho.

Com o recadastramento, o economista estará isento do pagamento de taxa, sob condição de doar uma lata de leite em pó que, oportunamente, o Corecon/DF irá repassar as instituições que realizem trabalhos de caridade.

Caso o Economista registrado no Corecon/DF esteja distante da Sede, ele poderá procurar uma Delegacia Regional ou Sede de outro Conselho Regional de Economia, conforme sua conveniência, onde poderá realizar o Recadastramento.

IMPORTANTE:

 - O Formulário de Solicitação de Carteira Profissional, enviado pelo COFECON em via única a todos os Economistas registrados, pelos Correios, deverá ser preenchido no Conselho ou Delegacia Regional com orientação do Funcionário;

- Se o Economista não tiver recebido o Formulário deverá comparecer ao Conselho Regional para nova emissão e realização dos demais procedimentos de Recadastramento;

- A entrega da foto, mais aposição de assinatura e digital deverão ser feitas diretamente com o funcionário do Conselho que na oportunidade irá orientar e conferir o preenchimento do formulário.

Veja também mais informações no site do Cofecon

Mais informações:

Corecon/DF: (61) 3223-1429;  (61)3223-1429;   (61) 3225-9242;  (61) 3225-9242
E-mail:
corecondf@corecondf.org.br
Sede do Corecon-DF : SCS, Quadra 4, Sala 202, Edifício Embaixador
Horário: 8h às 18h, direto, sem intervalos.

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Primeira prévia do ano da inflação oficial tem alta de 0,52%

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), que funciona como uma prévia da inflação oficial, abriu o ano em alta de 0,52%. O resultado, divulgado hoje (22) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ficou acima da taxa de dezembro, quando foi registrada variação de 0,38%.

Nos 12 meses encerrados no período (resultado anualizado), o índice acumula elevação de 4,31%, acima dos 4,18% apurados em dezembro.

De acordo com o levantamento do IBGE, a principal pressão foi exercida pelo aumento médio de 1,46% das tarifas de ônibus urbanos, responsável pelo maior impacto individual no mês: 0,05 ponto percentual. O consumidor passou a pagar mais caro pelas passagens nos ônibus interestaduais (2,42%) e nos intermunicipais (1,49%).

O álcool combustível, em período de menor oferta, também contribuiu para a alta do IPCA-15. Com aumento de 5,42%, influenciou a elevação da gasolina, que ficou 0,63% mais cara em janeiro. Assim, os produtos não alimentícios registraram variação de 0,44% em janeiro, igual à de dezembro de 2009.

Os produtos alimentícios voltaram a ficar mais caros e também exerceram pressão sobre o índice, passando de uma taxa de 0,17% em dezembro do ano passado para 0,81% em janeiro. Os produtos in natura, sensíveis a problemas climáticos, foram o destaque, especialmente hortaliças, com alta de 12,40%. Também ficaram mais caros os pescados (3,66%), o frango (1,45%), as carnes (1,58%) e as frutas (1,24%).

A análise regional mostra que a taxa mais elevada foi observada em Salvador (0,89%), enquanto a mais baixa foi registrada em Porto Alegre (0,13%).

Para calcular o IPCA-15 foram coletados preços no período de 12 de dezembro de 2009 a 14 de janeiro de 2010 e comparados com os vigentes entre 14 de novembro e 11 de dezembro do ano passado.

O índice mede a inflação para as famílias com rendimento de um a 40 salários mínimos e é pesquisado nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além das cidades de Brasília e Goiânia.

Fonte: Agência Brasil

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