Com uma receita federal estimada em R$ 1,660 trilhão no ano e gastos fixados em R$ 1,581 trilhão, saiu ontem no "Diário Oficial" da União o Orçamento de 2009. O texto, aprovado no Congresso em 17 de dezembro, foi sancionado sem vetos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 30. Foi a primeira vez em 11 anos em que a sanção do Orçamento da União foi feita no ano anterior. Mas os ministérios só terão à disposição para gastar o valor autorizado para janeiro, que equivale a 1/12 do total liberado no ano. A restrição é explicada pela crise internacional e seus efeitos ainda incertos sobre o país. 
Antes de abrir os cofres para os gastos de custeio não-obrigatórios e investimentos, a equipe econômica quer verificar se há indícios de que a arrecadação possa cair mais que o previsto. Por isso o ministro Paulo Bernardo (Planejamento) informou, no dia em que o texto foi sancionado pelo presidente, que o governo vai deixar os cortes e remanejamentos de despesas para o fim de janeiro, depois do primeiro decreto de programação financeira, onde estarão as novas projeções de arrecadação do ano, além das previsões econômicas revisadas. Ao votar o Orçamento de 2009, o Congresso remanejou R$ 5,3 bilhões que estavam previstos para obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), dos quais R$ 2,7 bilhões eram do PPI (Projeto Piloto de Investimento).
Fonte: Folha online
Consumidores e comerciantes devem ficar atentos na hora de preencher ou receber cheques. A atenção redobrada é exigida por conta de um erro muito comum cometido, especialmente, em janeiro: a troca do ano corrente pelo ano anterior.
A Fecomercio-SP (Federação do Comércio do Estado de São Paulo) informa que, embora não sejam obrigados por lei, os bancos costumam aceitar cheques preenchidos com a data do ano anterior até o final de janeiro.
Contudo, alerta a entidade, esses cheques não devem estar rasurados nem podem estar prescritos (180 dias a partir da data de sua emissão).
Cuidados com cheques
Além de prestar atenção na data na hora do preenchimento do cheque, o uso dessa forma de pagamento sempre exige cuidado. Para evitar qualquer problema, emita sempre cheques nominais e cruzados e não deixe que outra pessoa preencha as folhas.
Lembre-se, também, de nunca deixar espaços em branco entre os números ou palavras e escreva no verso do cheque uma declaração de sua finalidade e o endosso do emitente.
Além disso, guarde os talões em local seguro e ande apenas com algumas folhas na carteira. E de maneira alguma deixe cheques assinados em branco, soltos ou no talão.
Lojista
O lojista, por sua vez, deve sempre exigir o cartão do banco e o documento de identificação do portador do cheque. Comparar a assinatura e a foto também são alguns dos cuidados que um comerciante deve ter para evitar fraudes com os cheques.
Por fim, é importante não aceitar cheques de terceiros, com valor diferente da compra ou já preenchido nem receber cheques rasurados ou com manchas e borrões.
Fonte: UOL Noticias
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